Aos olhos de Deus não há distinção de pessoas por status social, nacionalidade ou sexo.Aceite Jesus como Senhor e Salvador, ande reto aos olhos do Pai, e assim seja salvo.
domingo, 18 de maio de 2014
GUIA PARA UMA ORAÇÃO FERVOROSA
Muito se tem escrito sobre o que é geralmente chamado de “a Oração do Senhor” (que eu prefiro denominar “a Oração Familiar”), e muito sobre a oração sacerdotal de Cristo em João 17; mas muito pouco sobre as orações dos apóstolos. Pessoalmente, não conheço nenhum livro devotado às orações apostólicas e, exceto por um livreto sobre as duas orações de Efésios 1 e 3, quase não há nenhuma exposição separada delas. Não é fácil explicar esta omissão. Poder-se-ia pensar que as orações apostólicas são tão cheias de doutrinas importantes e valores práticos para os fiéis que elas deveriam ter atraído a atenção daqueles que escrevem sobre temas devocionais.
Introdução
Embora muitos de nós depreciem muito os esforços daqueles que querem que creiamos que as orações do Antigo Testamento são obsoletas e inapropriadas para os santos da era do Evangelho, parece-me que até mesmo professores dispensacionalistas devem reconhecer e apreciar a peculiar propriedade para os cristãos das orações registradas nas Epístolas e no Livro de Apocalipse. Com exceção das orações de nosso Redentor, somente nas orações apostólicas os louvores e as petições são especificamente dirigidas ao “Pai”. De todas as orações da Escritura, somente estas são oferecidas em nome do Mediador. Além disso, somente nestas orações apostólicas encontramos as plenas respirações do Espírito de adoção.
Que benção é ouvir um santo idoso, que andou por muito tempo com Deus e desfrutou de íntima comunhão com Ele, derramar seu coração diante do Senhor em adoração e súplica. Mas quanto mais abençoados teríamos nos considerado se tivéssemos o privilégio de ouvir os louvores e apelos a Deus daqueles que haviam acompanhado Cristo durante os dias do Seu tabernacular entre os homens! E, se um dos apóstolos ainda estivesse aqui na terra, que grande privilégio consideraríamos ouvi-lo engajado em oração! Tão elevado, penso eu, que a maioria de nós estaria bem disposto a sofrer considerável inconveniência e a viajar por longa distância a fim de ser assim favorecido. E, se o nosso desejo fosse atendido, quão de perto ouviríamos às suas palavras, quão diligentemente procuraríamos entesourá-las em nossas memórias. Bem, nem tal inconveniência, nem tal jornada são necessárias. Aprouve ao Espírito Santo registrar certo número de orações apostólicas para a nossa instrução e satisfação. Será que evidenciamos nossa apreciação por tal dádiva? Será que já fizemos uma lista delas e meditamos sobre a sua importância?
Nenhuma Oração Apostólica em Atos
Na minha tarefa preliminar de examinar e catalogar as orações dos apóstolos registradas, duas coisas me impressionaram. A primeira observação veio como uma surpresa total, enquanto a segunda era totalmente esperada. O que pode nos impressionar como algo estranho – para alguns de meus leitores pode ser quase alarmante – é isto: o Livro de Atos, que fornece a maior parte da informação que possuímos a respeito dos apóstolos, não possui uma única oração deles em seus vinte e oito capítulos. Contudo, uma breve reflexão deve nos mostrar que esta omissão está em pleno acordo com o caráter especial do livro; pois Atos é muito mais histórico que devocional, consistindo mais em uma crônica do que o Espírito operou através dos apóstolos do que neles. Os feitos públicos dos embaixadores de Cristo são ali mais proeminentes do que seus exercícios privados. Certamente eles são apresentados como homens de oração, como se vê pelas suas próprias palavras: “Mas nós perseveraremos na oração, e no ministério da palavra” (At 6:4). Repetidamente os contemplamos engajados neste santo exercício (At 9:40; 10:9; 20:36; 21:5; 28:8), contudo não somos informados acerca do que diziam. O mais perto que Lucas chega de registrar palavras claramente atribuíveis aos apóstolos é em Atos 8:14, 15, mas até mesmo ai ele meramente nos dá a quintessência daquilo por que Pedro e João oraram. Considero a oração de Atos 1:24 como sendo dos 120 discípulos. A grande, a eficaz oração registrada em Atos 4:24-30 não é de Pedro e João, mas de toda a companhia (v. 23) que havia se reunido para ouvir o relato deles.
Paulo, um Exemplo na Oração
A segunda característica que me impressionou enquanto contemplava o tema que está prestes a nos envolver foi que a grande maioria das orações dos apóstolos registradas saíram do coração de Paulo. E isto, conforme dissemos, devia realmente ser esperado. Se alguém perguntasse por que isto é assim, várias razões poderiam ser dadas em resposta. Primeiro, Paulo foi, preeminentemente, o apóstolo dos gentios. Pedro, Tiago e João ministraram principalmente aos crentes judeus (Gálatas 2:9), os quais, mesmo em seus dias de inconversos, já estavam acostumados a curvar os joelhos diante do Senhor. Mas os gentios haviam saído do paganismo, e era apropriado que o pai espiritual deles também fosse seu exemplo devocional. Além disso, Paulo escreveu duas vezes mais epístolas inspiradas por Deus do que todos os outros apóstolos juntos, e ele deu expressão a oito vezes mais orações em suas Epístolas do que o restante em todas as suas outras. Mas trazemos especialmente à lembrança a primeira coisa que nosso Senhor disse acerca de Paulo após sua conversão: “eis que está orando” (At 9:11, itálicos meus). O Senhor Cristo estava, por assim dizer, dando a nota principal da subseqüente vida de Paulo, pois ele devia ser eminentemente distinguido como um homem de oração.
Não que os outros apóstolos estivessem vazios deste espírito. Pois Deus não emprega ministros negligentes na oração, visto que Ele não tem filhos mudos. “Clam[ar] a ele de dia e de noite” é apresentado por Cristo como uma das marcas distintivas dos eleitos de Deus (Lc 18:7, colchetes meus). Contudo, alguns dos Seus servos e alguns dos Seus santos têm permissão para desfrutar de mais próxima e mais constante comunhão com o Senhor do que outros, e tal era obviamente o caso (com exceção de João) com o homem que em certa ocasião foi até mesmo arrebatado ao Paraíso (2 Co 12:1-5). Uma medida extraordinária do “espírito de graça e de súplicas” (Zc 12:10) foi-lhe outorgada, de modo que ele parece ter sido ungido com aquele espírito de oração acima até dos seus companheiros apóstolos. Tal era o fervor do seu amor por Cristo e pelos membros do Seu Corpo místico, tal era a sua intensa solicitude pelo bem-estar e crescimento espiritual deles, que continuamente brotava de sua alma uma torrente de oração a Deus e de ação de graças em seu favor.
O Amplo Espectro da Oração
Antes de seguirmos adiante, deve-se assinalar que nesta série de estudos não proponho me confinar às orações petitórias dos apóstolos, mas antes tratar de uma variedade mais ampla. Na Escritura, oração inclui muito mais do que meramente tornar nossas petições conhecidas a Deus. Precisamos ser lembrados disto. Ademais, nós crentes precisamos ser instruídos em todos os aspectos da oração em uma época caracterizada pela superficialidade e ignorância da religião revelada por Deus. Uma Escritura chave que nos apresenta o privilégio de manifestar nossas necessidades diante do Senhor enfatiza isto mesmo: “Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças” (Fp 4:6; itálicos meus). A menos que expressemos gratidão pelas misericórdias já recebidas e demos graças ao nosso Pai por Ele nos conceder o favor contínuo de pedirmos a Ele, como podemos esperar ganhar o Seu ouvido e assim receber respostas de paz? Contudo, a oração, em seu sentido mais completo e elevado, vai além de ações de graças por dons concedidos: o coração é levado a contemplar o Próprio Doador, de modo que a alma se prostra diante dEle em culto e adoração.
Embora não devamos digressionar de nosso tema imediato e entrar no tema da oração em geral, deve-se assinalar que existe ainda outro aspecto que deveria ter precedência sobre a ação de graças e a petição, a saber, o aborrecimento próprio e a confissão de nossa própria indignidade e pecaminosidade. A alma deve lembrar-se solenemente de Quem é que ela se aproxima, ou seja, do Altíssimo, diante de quem os próprios serafins escondem seus rostos (Is 6:2). Embora a graça divina tenha tornado o cristão um filho, ele ainda é uma criatura, e como tal está a uma distância infinita e inconcebivelmente abaixo do Criador. Não é mais que apropriado que ele deva sentir profundamente esta distância entre si mesmo e seu Criador e reconhecer isto tomando o seu lugar no pó diante de Deus. Ademais, precisamos nos lembrar do que somos por natureza: não meramente criaturas, mas criaturas pecaminosas. Assim é preciso haver tanto um senso como um reconhecimento disto quando nos curvamos diante do Santo. Somente deste modo podemos, com algum sentido e realidade, pleitear a mediação e os méritos de Cristo como o fundamento de nossa aproximação.
Assim, falando genericamente, a oração inclui a confissão de pecado, petições pelo suprimento de nossas necessidades, e a homenagem de nossos corações ao Próprio Doador. Ou, podemos dizer que os ramos principais da oração são a humilhação, a súplica e a adoração. Por isso esperamos abranger dentro do escopo desta série não apenas passagens como Efésios 1:16-19 e 3:14-21, mas também versos singulares como 2 Coríntios 1:3 e Efésios 1:3. Que a cláusula “bendito seja Deus” é em si uma forma de oração fica evidente pelo Salmo 100:4: “Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome”. Outras referências poderiam ser dadas, mas que isto baste. O incenso que era oferecido no tabernáculo e no templo consistia de diversas especiarias combinadas (Êx 30:34, 35), e era a mistura de uma com a outra que tornava o perfume tão aromático e refrescante. O incenso era um tipo da intercessão de nosso grande Sumo Sacerdote (Ap 8:3, 4) e das orações dos santos (Ml 1:11). De modo semelhante deve haver uma mistura proporcional de humilhação, súplica e adoração em nossas aproximações do trono da graça; não de uma à exclusão das outras, mas uma combinação de todas elas.
Oração, um Dever Primário dos Ministros
O fato de tantas orações serem encontradas nas Epístolas do Novo Testamento chama a atenção para um aspecto importante do dever ministerial. As obrigações do pregador não estão plenamente cumpridas quando ele deixa o púlpito, pois ele precisa regar a semente que semeou. Em benefício dos pregadores novos, permita-me ampliar um pouco este ponto. Já foi visto que os apóstolos se devotavam “continuamente à oração, e ao ministério da palavra” (At 6:4), e através disso deixaram um excelente exemplo a ser observado por todos os que os seguem na vocação sagrada. Observe a ordem apostólica; porém, não apenas a observe, mas dê atenção e pratique-a. O sermão mais laboriosa e cuidadosamente preparado poderá cair sem unção sobre os ouvintes, a menos que tenha nascido do trabalho da alma diante de Deus. A menos que o sermão seja produto de diligente oração, não devemos esperar que desperte o espírito de oração naqueles que o ouvirem. Como foi assinalado, Paulo misturava súplicas com as suas instruções. É nosso privilégio e dever retirarmo-nos para o lugar secreto após deixarmos o púlpito, ali pedindo a Deus para escrever Suas Palavras nos corações daqueles que nos ouviram, para impedir o inimigo de arrebatar a semente, e para assim abençoar os nossos esforços para que dêem fruto para o Seu eterno louvor.
Lutero costumava dizer: “Há três coisas que fazem um pregador bem sucedido: súplica, meditação e tribulação”. Não sei que elaboração fez o grande Reformador. Mas suponho que ele queria dizer isto: que a oração é necessária para trazer o pregador a um plano apropriado para tratar de coisas divinas e para dotá-lo de poder divino; que a meditação na Palavra é essencial a fim de supri-lo de material para a sua mensagem; e que a tribulação é necessária como lastro para o seu navio, pois o ministro do Evangelho precisa de provas para mantê-lo humilde, assim como o Apóstolo Paulo recebeu um espinho na carne para que não se exaltasse indevidamente pela abundância das revelações concedidas a ele. Oração é o meio designado para receber as comunicações espirituais para a instrução de nosso povo. Devemos estar bastante com Deus antes de podermos estar aptos a ir e falar em Seu nome. Paulo, ao concluir sua Epístola aos Colossenses, informa-os acerca das fiéis intercessões de Epafras, um de seus ministros, que estava longe de casa visitando Paulo. “Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus. Pois eu lhe dou testemunho de que tem grande zelo por vós..." (Cl 4:12, 13a). Será que tal recomendação acerca de você poderia ser feita à sua congregação?
Oração, um Dever Universal Entre os Fiéis
Mas que não se pense que esta nítida ênfase das Epístolas indica um dever para os pregadores somente. Longe disto. Estas Epístolas são endereçadas aos filhos de Deus em geral, e tudo nelas tanto é necessário como apropriado para a sua caminhada cristã. Os fiéis também devem orar muito, não apenas por si mesmos, mas por todos os seus irmãos e irmãs em Cristo. Devemos orar deliberadamente de acordo com estes modelos apostólicos, pedindo as bênçãos particulares que especificam. De longo tempo me convenci de que não há melhor modo – nem modo mais prático, valioso e eficaz – de expressar solicitude e afeição pelos nossos santos irmãos do que trazendo-os diante de Deus pela oração nos braços de nossa fé e amor.
Estudando estas orações nas Epístolas e ponderando-as cláusula por cláusula, podemos aprender mais claramente que bênçãos deveríamos desejar para nós e para os outros, ou seja, os dons espirituais e graças pelos quais temos grande necessidade de sermos solícitos. O fato de que estas orações, inspiradas pelo Espírito Santo, tenham sido colocadas em registro permanente no Sagrado Volume declara que os favores particulares buscados aqui são aqueles que Deus nos concedeu a garantia de buscarmos e de obtermos dEle (Rm 8:26, 27; 1 Jo 5:14, 15).
Os Cristãos Devem se Dirigir a Deus como Pai
Concluiremos estas observações gerais e preliminares chamando a atenção para algumas das características mais definidas das orações apostólicas. Observe, então, a Quem estas orações são dirigidas. Embora não haja uma uniformidade rígida de expressão, e sim antes uma variedade apropriada neste particular, a maneira mais freqüente em que a Divindade é tratada é como Pai: “o Pai das misericórdias” (2 Co 1:3); “o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 1:3; 1 Pe 1:3); “o Pai da glória” (Ef 1:17); “o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 3:14). Nesta linguagem vemos clara evidência de como os santos apóstolos tiveram cuidado com a injunção de seu Mestre. Pois quando Lhe fizeram o pedido, dizendo, “Senhor, ensina-nos a orar”, Ele respondeu assim: “Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus” (Lc 11:1, 2, itálicos meus). Isto Ele também lhes ensinou por meio do exemplo, em João 17:1, 5, 11, 21, 24 e 25. Tanto a instrução como o exemplo de Cristo foram registrados para o nosso aprendizado. Não somos relapsos acerca de quantos ilegítima e levianamente se têm dirigido a Deus como “Pai”, embora seu abuso não autorize a nossa negligência em reconhecer este bendito relacionamento. Nada é mais calculado para aquecer o coração e dar liberdade de expressão do que a percepção de que estamos nos aproximando de nosso Pai. Se recebemos, de verdade, “o Espírito de adoção” (Rm 8:15), não O extingamos, mas pelas Suas instigações clamemos: “Aba, Pai”.
A Natureza Breve e Definida da Oração Apostólica
A seguir, notamos sua brevidade. As orações dos apóstolos são breves. Não algumas, nem mesmo a maioria, mas todas elas são extremamente breves, a maioria delas contidas em apenas um ou dois versos, e a mais longa em apenas sete versos. Como isto censura as orações extensas, sem vida e fastidiosas de muitos púlpitos. Orações prolixas são geralmente ruidosas. Cito novamente Martinho Lutero, desta vez a partir dos seus comentários sobre a oração do Senhor, dirigidos a simples leigos:
Quando orares, que as tuas palavras sejam poucas, mas teus pensamentos e afeições muitos e, acima de tudo, que sejam profundos. Quanto menos falares melhor oras. ... A oração exterior e corporal é aquele sussurrar dos lábios, aquele balbucio exterior que passa sem nenhuma atenção, e que alcança os ouvidos dos homens; mas a oração em espírito e em verdade é o desejo, os movimentos, os suspiros interiores que surgem das profundezas do coração. A primeira é a oração dos hipócritas e de todos os que confiam em si mesmos: a última é a oração dos filhos de Deus, que andam em Seu temor.
Observe, também, a sua natureza definida. Ainda que extremamente breves, suas orações são muito explícitas. Não havia nenhuma desconexão vaga ou mera generalização, mas pedidos específicos por coisas definidas. Quanto fracasso existe neste ponto. Quantas orações já ouvimos que eram tão incoerentes e sem objetivo, tão carentes de razão e unidade, que quando se chegava no Amém mal podíamos nos lembrar de uma coisa pela qual se dera graças ou se fizera pedido! Apenas uma impressão turva permanecia na mente, e um sentimento de que o suplicante havia se engajado mais em uma forma de pregação indireta do que em oração direta. Mas examine qualquer uma das orações dos apóstolos e ficará claro, num piscar de olhos, que elas são como as de seu Mestre em Mateus 6:9-13 e João 17, compostas de adorações definitivas e petições nitidamente definidas. Não há nem moralismos nem expressão de banalidades piedosas, mas um manifestar diante de Deus de certas necessidades e uma simples petição pelo suprimento delas.
O Fardo e a Catolicidade das Orações dos Apóstolos
Considere também o fardo delas. Nas orações apostólicas registradas não há súplicas a Deus pelo suprimento de necessidades temporais e (sem uma única exceção) nem pedidos para que Ele se interponha em seu favor de um modo providencial (embora petições por estas coisas sejam legítimas quando mantidas na proporção apropriada às necessidades espirituais). Ao invés disso, as coisas pedidas são de natureza totalmente graciosa e espiritual: para que o Pai nos dê o espírito de entendimento e revelação no conhecimento de Si mesmo, os olhos de nosso entendimento sendo iluminados para que saibamos qual é a esperança do Seu chamado, as riquezas da glória da Sua herança nos santos, e a excedente grandeza do Seu poder para conosco, os que cremos (Ef 1:17-19); que Ele nos conceda, segundo as riquezas da Sua glória, que sejamos fortalecidos com poder pelo Seu Espírito no homem interior, para que Cristo habite em nossos corações pela fé, para que conheçamos o amor de Cristo que excede todo o entendimento, e sejamos cheios de toda a plenitude de Deus (Ef 3:16-19); para que o nosso amor abunde cada vez mais, para que sejamos sinceros e sem escândalo, e sejamos cheios dos frutos de justiça (Fp 1:9-11); para que andemos dignos do Senhor agradando em tudo (Cl 1:10); para que sejamos em tudo santificados (1 Ts 5:23).
Note também a catolicidade delas. Não que seja mais errado ou não-espiritual orar individualmente por nós mesmos, do que é suplicar por misericórdias providenciais e temporais; refiro-me antes a dirigir a atenção para onde os apóstolos colocavam a ênfase deles. Apenas em uma encontramos Paulo orando por si mesmo, e raramente por indivíduos particulares (como se espera de orações que fazem parte do registro público da Sagrada Escritura, embora sem dúvida ele tenha orado muito em segredo por indivíduos). Seu costume geral era orar por toda a família da fé. Nisto ele adere estritamente à oração padrão entregue a nós por Cristo, na qual gosto de pensar como sendo a Oração Familiar. Todos os seus pronomes estão no plural: “Pai nosso”, “nos dá” (não apenas “me”), “perdoa-nos”, e assim por diante. Em consonância com isto, encontramos o Apóstolo Paulo exortando-nos a fazer “súplica por todos os santos” (Ef 6:18, itálicos meus), e em suas orações ele nos apresenta um exemplo disto mesmo. Ele pleiteava com o Pai para que a igreja efésia pudesse “compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento” (Ef 3:18; itálicos meus). Que corretivo para o egocentrismo! Se estou orando por “todos os santos”, incluo a mim mesmo.
Uma Omissão Surpreendente
Finalmente, permita-me assinalar uma omissão surpreendente. Se todas as orações apostólicas forem lidas atentamente, descobrir-se-á que em nenhuma delas é dado lugar algum àquilo que ocupa tanta proeminência nas orações dos arminianos. Nem uma vez encontramos pedido a Deus para salvar o mundo em geral, ou para derramar o Seu Espírito sobre toda a carne sem exceção. Os apóstolos nem mesmo oraram pela conversão de uma cidade inteira em que uma igreja cristã particular estivesse localizada. Nisto eles novamente se conformaram com o exemplo definido para eles por Cristo: “Não oro pelo mundo”, disse Ele, “mas por aqueles que me deste” (Jo 17:9). Caso se objete que o Senhor Jesus estava orando ali apenas pelos Seus apóstolos e discípulos imediatos, a resposta é que, quando Ele estendeu Sua oração para além deles, não foi pelo mundo que Ele orou, mas apenas pelo Seu povo fiel até o fim dos tempos (vede Jo 17:20, 21). É verdade que Paulo ensina “que súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, sejam feitas por tod[as as classes de] homens; por reis, e por todos os que estão em eminência” (1 Tm 2:1, 2a, colchetes meus) – em cujo dever muitos são lamentavelmente remissos – porém não é pela sua salvação, mas “para que nóstenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (v. 2b, itálicos meus). Há muito a se aprender com as orações dos apóstolos.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Jesus nosso amigo
domingo, 19 de maio de 2013
Casal em oração

ORANDO JUNTOS
A Bíblia fala muitas vezes sobre a necessidade da oração. Foi o próprio Senhor
Jesus quem ensinou sobre o dever de orar sempre. “E contou-lhes também
um parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer.” (Lucas 18.1)
1 – POR QUE DEVEMOS ORAR JUNTOS?
“Também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer
coisa que pedirem, isso lhes será feiro por meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 18.19)
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.” (Mateus 18.20)
1.1 – PROPORCIONA SEGURANÇA NO CASAMENTO
Para todos nós, segurança é um pré-requisito essencial, não uma emoção facultativa.
Mas como podemos proporcionar segurança para nosso casamento? Devemos
dizer que há, pelo menos, uma coisa que todo casal precisa fazer diariamente
para manter seu relacionamento seguro: orar juntos. Essa é a dimensão
transcendente do casamento. Existem muitos meios importantes para
produzir segurança no casamento, mas esse tem um benefício amplo. Não
apenas constrói efeitos positivos no relacionamento, mas também ajuda a
afastar grandes dores da vida e nos ensina a lidar com as imperfeições
presentes na natureza humana.
1.2 – AUMENTA A INTIMIDADE DO CASAL
O casamento é pluridimensional, mas, sem dúvida, a dimensão espiritual é
a mais importante. Creio que só existe segurança para o relacionamento
conjugal quando o casal ora. Quando os cônjuges oram, abre-se um
mundo de transformações diante deles, as reações mudam, o temperamento
muda, os sentimentos mudam. Só há uma coisa que eu nunca vi a oração
mudar: a beleza física. Mesmo assim, a oração muda os olhos de quem
a vê. Porque quem ora, enxerga mais.
O segredo da verdadeira segurança conjugal é tornar Deus o centro do
casamento por mieo da oração. Podemos mudar a história da nossa vida
conjugal conversando com Deus, pois a oração é uma força capaz de
restaurar a afetividade em nossos corações, fazendo com que estendamos
os braços para abraçar, abramos os lábios para dizer “eu te amo” e
melhoremos a expressão do nosso rosto para transmitir amor e perdão.
1.3 – NÃO DEIXA O CÔNJUGE SOFRER SOZINHO
O dia-a-dia, o estresse, as preocupações e as ansiedades trazem ao cotidiano
conjugal uma aridez, um desencantamento e, às vezes, certo desânimo.
Sem oração é difícil suportar qualquer relacionamento. A oração torna a
vida a dois uma união estável, gera maior espiritualidade propiciando
no lar um ambiente caracterizado pela ternura e compreensão, ajuda o casa
l a expressar da melhor maneira possível o que sente. A presença da oração
faz da vida conjugal algo mais dinâmico, suave e prazeroso. A oração é
como um tempero no casamento. É como um molho que dá mais sabor ao
prato conjugal. Quando a dimensão trascendente do casamento não é satisfeita,
duas sensações nos incomodam: 1) sensação de vazio: passamos a viver
com uma impressão persistente de que nos falta algo importante, 2) sensação
de desânimo: essa sensação gera reações de cobrança, frustração e dúvida.
2 – COMO ORAR JUNTOS
2.1 – Deixe seu cônjuge bastante à vontade. A timidez e a vergonha de orar em
voz alta pode ser um empecilho, mas aproveitem para quebrar essa barreira
no relacionamento íntimo.
2.2 – Não faça julgamento da oração do seu cônjuge. Nunca orem como se
estivessem “passando um sermão” no cônjuge ou enumerando para Deus todos
os defeitos do outro.
2.3 – Escolham o melhor horário para orarem juntos. Não ponham fim aos seus
minutos de oração diários, individualmente. Neles sim é possível orar para Deus
mudar o outro… ou mudar a nós mesmos!
3 – MOTIVOS PRINCIPAIS PARA A ORAÇÃO DO CASAL
3.1 – Gratidão a Deus por aquilo que Ele tem feito.
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo
conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças.”
(Filipenses 4.6)
3.2 – Louvar a Deus pelo que Ele é.
“Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios com hinos; louvai-o, e
benfizei o seu nome.” (Salmo 100.4)
3.3 – Apresentar as necessidades e desejos, nossos e dos nossos filhos e outros…
4 – PRIVILÉGIO DE ORAR JUNTOS
- Melhora a comunicação entre o casal;
- À medida que oramos juntos, o Espírito Santo vai nos moldando;
- Passamos a colocar nossa esperança em Deus.
- Deus nos responderá.
5 – OS IMPECILHOS PARA ORAR JUNTOS
- Nossa falta de persistência;
- A ação do inimigo para nos desviar do propósito;
- Vergonha um do outro;
- Falta de hábito;
- Dizer que não tem tempo (desculpa principal).
6 – UMA VIDA DE ORAÇÃO REQUER DISCIPLINA E PERSISTÊNCIA
“Esperei com paciência pelo, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.”
(Salmo 40.1)
“E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua
vontade, ele nos ouve.” (1 João 5.14)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Ele nos ama.
Eis como Ele nos amou! Ele foi levado até Pilatos e foi açoitado. Açoitado com os terríveis açoites romanos, pesados, com pequenas bolas de chumbo e feitos de tendões entrelaçados de bois, no qual eles também colocaram pequenas lascas de ossos, de modo que cada golpe, uma vez que acertou, rasgou a carne! Nosso amado Senhor teve que sofrer isso de novo e de novo, sendo açoitado muitas vezes como es
se verso parece declarar, que diz:
"Ele foi ferido pelas nossas transgressões,
E moído pelas nossas iniqüidades;
O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele.
E pelas suas pisaduras fomos sarados".
[Isaías 53.5]
Contudo, Ele nos amou, ainda nos amou! As muitas águas não poderiam apagar Seu amor, nem as inundações poderiam afogá-lo. Quando eles O pregaram no madeiro, Ele ainda nos amou. Quando cada osso foi deslocado, Ele chorou em monólogo triste, "Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram; [Salmo 22.14]" Ele nos amou ainda! Quando os cães O cercaram e os touros de Basã O rodeavam [Salmo 22.12], Ele ainda nos amou. Quando o desmaio de pavor veio sobre Ele até que foi trazido para o pó da morte e seu coração derretido como cera [Salmo 22,14], Ele ainda nos amou! Quando Deus O abandonou e o sol se apagou, as trevas da meia-noite cobriram o meio-dia, e uma densa meia-noite cobriu o Seu espírito. A escuridão, como a do Egito, pôde ser sentida. Ele nos amou ainda! Até que tenha bebido a última gota da bebida indizivelmente amarga, Ele ainda nos amou! E quando a luz brilhou em Seu rosto e Ele pôde dizer: "Está consumado", aquela luz brilhou sobre a face daquele que ainda assim nos amou!
Agora, cada homem a quem foi dado o crer em Jesus e conhecer o Seu amor, diz: "Como posso ofender a Ele? Como posso entristecer a Ele? Há ações nesta vida que eu poderia de outra maneira fazer, mas agora não me atrevo, pois tenho medo de maltratar meu Senhor". E se você disser "Ora essa, você tem medo dEle?" A resposta será: "Não estou servindo com medo, pois para o inferno eu nunca poderei ir." Do que eu estou com medo, então? “Tenho medo daquele rosto querido, no qual vejo a corrente de lágrimas que uma vez Ele derramou por mim. Tenho medo daquela querida testa que usou a coroa de espinhos em meu lugar. Eu não posso me rebelar contra tamanha bondade. Seu amor ensanguentado me acorrenta. Como posso fazer uma maldade tão grande como colocar o meu sofrido Senhor na vergonha?” Vocês não sentem isso, meus amados irmãos e irmãs? Mesmo se você nunca confiou no Senhor Jesus, você deveria se ajoelhar aos seus pés e beijar as marcas dos seus cravos por tamanho amor! E se Ele fosse usá-lo como um banquinho para os pés, se isso fosse elevá-Lo mesmo que um pouco, você teria isso como a maior honra da sua vida!
domingo, 23 de setembro de 2012
Eu trocaria
O pai moderno, muitas vezes perplexo, aflito, angustiado, passa a vida inteira correndo como um louco em busca do futuro e esquecendo-se do agora. Na luta para edificar esse futuro, ele renuncia ao presente. Por isso, é um homem ocupado, sem tempo para os filhos, envolvido em mil atividades – tudo com o objetivo de garantir o amanhã.E com que prazer e orgulho, a cada ano, ele preenche sua declaração de bens para o Imposto de Renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito esforço, muito trabalho. Lote, casa, apartamento, sítio, casa de praia, automóvel do ano, tudo isso custou dias, semanas, meses de luta. Mas ele está sedimentando o futuro de sua família: se partir de repente, por qualquer motivo, já cumpriu sua missão e não vai deixá-la desamparada.
domingo, 17 de junho de 2012
Famíla, projeto de Deus
Hoje em dia a instituição familiar está sendo atacada por todos os lados, e, devido a isso, vemos que o relacionamento entre irmãos, pais e filhos, marido e mulher tem se deteriorado muito, a ponto de muitas famílias estarem destruídas.
Nos últimos anos tem havido um aumento significativo de separações, de divórcios, de gravidez na adolescência, de pais e filhos alcoólatras, e da desestabilização da família como um todo.
Muitas pessoas acreditam que a família é um simples projeto pessoal, não sabendo que na verdade a família é um projeto de Deus. Por isso não percebem a importância que a família tem.
Muitas vezes não damos o devido valor à nossa família até que a perdemos. Não nos preocupamos em trazer Deus para o nosso lar para que Ele possa restaurar a convivência e o amor entre nossos familiares, e , por falha nossa, acabamos por erguer um muro que nos separa uns dos outros.
É comum querermos edificar nossos lares baseados nos modelos existentes ao nosso redor – meu pais, meus tios, meus avós viveram assim. Se deu certo para eles também vai dar certo para mim.
E nesses modelos, muitas vezes existem problemas que passaram a parecer normais aos nossos olhos, tais como a bebida, a violência, o adultério.
Que exemplo um pai pode dar a seu filho se ele sempre chega em sua casa embriagado?
Que exemplo um pai pode dar a seu filho se ele constantemente espanca sua esposa?
Que exemplo uma mãe pode dar a sua filha se o seu adultério for descoberto?
Que exemplo um irmão mais velho pode dar ao irmão mais novo se ele está envolvido com as drogas?
Deus quer que seu ambiente familiar seja completo, feliz e regenerado, mas , para isso, você tem de se comprometer a ler e aplicar o que está escrito abaixo.
Uma das primeiras coisas que Deus fez quando criou Adão foi constituir uma família para ele, para que assim ele fosse completo. Através disso, podemos ver o quanto a família e o ambiente familiar são importantes para Deus e para o homem.
Deus criou a família como a base sustentadora da sociedade. E é por isso que o inimigo tem tanto ódio da mesma, pois se ele conseguir derrubar essa base, ele conseguirá atingir toda a sua estrutura .
Quer que sua família seja abençoada?
Conheça os ideais de Deus para a família.
MARIDO: A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela". O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa e família acima das suas próprias.
ESPOSA: Uma esposa tem um papel de complementar seu esposo, de maneira que partilha com ele as experiências da vida.
Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).
FILHOS: Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los.
Saiba que uma das maiores preocupações que Deus tem é a de restaurar a sua família. O que o Senhor mais deseja é que Ele venha a fazer parte desse relacionamento. A relação perfeita de uma família tem a presença constante de Deus em seu meio.
Quer ter uma família feliz? Então, preocupe-se em trazer Deus para dentro de seu lar. Tanto a sua felicidade como a paz no seu lar dependem disso.
Mas como Deus pode fazer parte da sua família? Essa é uma pergunta que pode ser facilmente respondida no livro de Colossenses, capítulo 3, versículo 13, que diz: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”. Praticar esse versículo é trazer Deus para o seu lar. As famílias de hoje são desestruturadas pela amargura e pelo ressentimento que os familiares têm entre si. Só quando você começar a liberar perdão para cada um de seus familiares é que Deus irá colocar o amor por eles em seu coração.
Amar é suportar com mansidão uma pessoa até que Deus trate dela e a coloque no caminho. A partir deste momento você já possui entendimento suficiente para restaurar seu lar.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pastor sentenciado a morte
Pastor Yousef Nadarkhani se recusou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.
O tribunal onde estão sendo realizados os julgamentos está cercado por forças de segurança desde que começaram as audiências do pastor. O tribunal concedeu a Yousef três chances para que ele pudessem se retratar, negar o cristianismo e voltar ao Islã. Somente dessa maneira ele poderia ter sua vida poupada. Mas em todos os casos, ele se recusou a negar a Cristo.
“Estou em contato com o Irã”, disse uma fonte próxima a família do pastor. “Mas as notícias não são muito boas, mas vamos esperar. Se eles realmente quiserem, eles podem matá-lo porque ele se recusou a negar sua fé. Deixamos tudo nas mãos de Deus.”
domingo, 25 de setembro de 2011
O Toque do Senhor
O toque de Deus no coração de alguém é algo impressionante. É impressionante porque o coração é tão precioso para nós — tão profundo, tão íntimo, tão pessoal. Quando o coração é tocado, somos tocados profundamente. Alguém penetrou as camadas protetoras e chegou ao centro. Fomos conhecidos. Fomos descobertos e vistos.
O toque de Deus é impressionante porque Deus é Deus. Pense no que é dito neste versículo! Deus tocou aqueles homens. Não foi a esposa, nem um filho, nem o pai ou a mãe, nem um conselheiro. Foi Deus quem tocou. Aquele que tem infinito poder no universo. Aquele que tem infinita autoridade, sabedoria, amor, bondade, pureza e justiça. Foi Ele quem tocou o coração daqueles homens.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Fundamentalista ou manipulado?
Pois é, para alguns a palavra FUNDAMENTALISTA é o pior palavrão que existe, e usá-la significa proferir o pior tipo de ofensa do mundo.
Se alguém combate a relativização do pecado é fundamentalista.
Se defende as doutrinas fundamentais das Escrituras é fundamentalista burro.
Se acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, é fundamentalista ultrapassado.
Se luta pela família e pelo casamento é fundamentalista “imbecilizado”.
Se defende a igreja e sã doutrina é fundamentalista “satanizado”.
Se expõe as Escrituras em vez de divertir o povo é fundamentalista “idiotizado”.
Se combate o maniqueísmo neopentecostal é fundamentalista manipulado.
Se não adere aos modismos do movimento gospel é fundamentalista gelado.
Se combate o o sexo antes do casamento é fundamentalista bitolado.
Se combate as heresias dos falsos apostólos é fundamentalista amaldiçoado.
Se acredita na volta de Cristo é fundamentalista “despoetizado”.
Se prega a necessidade do arrependimento de pecados é fundamentalista mal intencionado.
Bem, de acordo com o texto acima, sou considerado fundamentalista, e estou na contra mão da igreja atual. Não me importo com isso, pois vale a pena se indispor com os homens para andar de acordo com a vontade de Deus.
Paul Washer – O Amor Incondicional de Cristo
Que maravilhosa graça que nos alcançou pelo amor de nosso Mestre Jesus Cristo, que se entregou pelos nossos horrendos pecados, sem ele eu nada posso fazer, nada sou, e nada tenho.
Somente a Jesus, toda honra, glória, dominio, poder, adoração e gratidão.
sábado, 16 de abril de 2011
Ame as coisas que Deus ama, odeie as coisas que Deus odeia.
Só há uma coisa que me deu uma noite de insônia, só há uma coisa que me perturba por toda manhã. E está é que dentro de uns cem anos a grande maioria das pessoas neste prédio possivelmente estará no inferno. E muitos que até mesmo professam Jesus Cristo como Senhor vão passar uma eternidade no inferno.
Muitas das coisas que você ama fazer Deus odeia. Você sabia disto? Você ora por avivamento. Você vai ter reunião de jovens e você quer que Deus mova, mas antes de ir você assiste programas na TV que Deus absolutamente abomina. E você ainda se pergunta por que o Espírito Santo não se move e porque você tem que criar falso fogo e falsa empolgação. Pois Deus não está lá.
Deus é um Deus Santo. E a única forma que você e eu podemos ser reconciliados com um Santo Deus é através da morte do Filho Unigênito de Deus quando Ele foi pendurado naquele madeiro. Porque você precisa entender que a bíblia diz que todos pecaram e foram desconstituídos da glória de Deus. E você não tem idéia do que isso significa. Que nós fomos concebidos radicalmente depravados e inimigos de Deus e que nós nunca buscaríamos a Deus nem nos achegaríamos a Ele. Nós nos rebelamos contra Deus. Quebramos todas as Leis. Não é só o problema de você ter pecado uma vez. O problema é que você nunca fez nada além de pecar.
O que nós precisamos entender... Eu não estou tentando ser duro somente para ser duro. Você tem idéia de quanto amor é necessário para estar diante de 5.000 pessoas e dizer que seu 'cristianismo' está quase totalmente errado?
A Bíblia diz, nos profetas, que até nossas maiores obras são como trapos sujos diante de Deus. E por causa disso você sabe o que nós merecemos? A ira de Deus!
Porque eu sou um cristão? Porque houve um momento em minha vida em que eu orei e pedi para Jesus entrar no meu coração. Eu quero que você saiba que a maior heresia na igreja evangélica e protestante é que se você orar e convidar Jesus para entrar em seu coração, ele com certeza irá entrar. Você não irá achar isso em nenhum lugar das Escrituras.
sábado, 26 de setembro de 2009
Jesus Cristo, o único caminho.
Mas Deus nos ama de tal maneira, infinita e incondicional, que enviou Jesus Cristo para que fosse sacrificado pelos nossos pecados, como nos diz o apóstolo Paulo, em Romanos 5:8: "Mas Deus mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado".
domingo, 13 de setembro de 2009
Ele Trocou De Lugar Conosco

(1 Pedro. 2: 22-24) - Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano; sendo injuriado, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados
Um missionário estava falando com um grupo de pescadores em uma pequena aldeia.
Ele contou sobre a morte de Cristo , com o propósito de levá-los à salvação.
Em todos os lugares por onde passava, tentava descobrir se as pessoas podiam compreendê-lo.
Por isso, fez uma pergunta a um dos pescadores:
- Você poderia me dizer, com suas próprias palavras, o que Cristo estava fazendo, quando morreu na cruz?
- Sim, disse o pescador, com a pele castigada pelo tempo e com lágrimas rolando pelo rosto. - Eu sei o que Ele fez.
Ele trocou de lugar comigo, tomou o meu lugar na cruz e me deixou aqui em Seu lugar, um homem sem pecado, segundo a visão de Deus.
Louvado seja o Seu nome!
Cristo trocou de lugar conosco.
Fez isso Porque éramos bonzinhos?
Porque éramos santos e merecíamos tão grande bênção?
Não, Ele o fez por amor.
Ele nos perdoou, nos trouxe da morte para a vida, nos ofereceu uma vida abundante e
eterna mesmo sendo nós pecadores.
Hoje temos livre acesso à presença de Deus.
Hoje podemos contar com seus cuidados e proteção.
Hoje podemos deixar as trevas e caminhar na luz.
Hoje podemos deixar de ser pedra de tropeço para ser uma bênção para nossos parentes e
amigos.
Basta que deixemos o Senhor habitar em nossos corações, falar através de nossa boca, agir através de nossas atitudes, alegrar através de nosso sorriso, levantar os caídos através de nossas mãos estendidas.
Somos muito felizes e podemos dizer, como aquele humilde pescador:
Louvado seja o nome do Senhor!







